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União protetora dos animais da Bahia apreensiva com suspensão de guias de castração para ONGsGrande Salvador    Imprimir

30/05/2016 00:00
União protetora dos animais da Bahia apreensiva com suspensão de guias de castração para ONGs
Medida da Vigilância Sanitária que passa a valer a partir de junho pune cães e gatos de rua e revolta entidade

Redação CM 1 comentrio          

A partir do dia 1º de junho, o serviço prestado de forma voluntária pelas ONGs de proteção animal de Salvador foi prejudicado devido a suspensão das guias de castração emitidas às entidades pelo Centro de Controle de Zoonoses de Salvador (CCZ). 

A medida que pune os animais de rua da cidade foi anunciada por meio de nota, emitida no dia 16 de maio, pela diretora da Vigilância Sanitária, Geruza Morais Cunha. No documento, ela alega que, a reserva de guias de castração para protetores de animais e ONGs causou diminuição de vagas para os usuários dos postos de saúde e Castramóvel, o que gerou queixas via Ouvidoria do SUS e no próprio CCZ. 

Diante disso, o órgão da prefeitura resolveu "suspender as marcações de castração de caninos e felinos para protetores e ONGs de proteção animal". Ficou estabelecido que o procedimento de esterilização animal deve ser feito exclusivamente nos postos de saúde e Castramóvel. 

A medida causou a revolta de ONGs e protetores independentes nas redes sociais, que reivindicam o restabelecimento das guias de castração. Segundo o presidente da União das Entidades Protetoras dos Animais da Bahia (Unimais), Carlos Ferrer, "as entidade e protetores independentes jamais devem ser penalizados com uma medida absurda como esta". Ainda de acordo com ele, "se tratam de cidadãos abnegados, que voluntariamente resgatam, vacinam e, posteriormente, castram animais em situação de rua, exercendo o papel que cabe a prefeitura, o principal interessado em manter essa parceria".



Durante a atual administração municipal, o CCZ abandonou o método de vacinação antirrábica casa à casa. Com isso, animais de rua são os principais prejudicados pois necessitam que algum voluntário o leve para ser vacinado, coisa que ele, obviamente, não fará sozinho.

Carlos Ferrer teme que, caso a medida não seja revogada, em um futuro bem próximo, há o risco do aumento da população de animais nas ruas e o risco iminente do vírus da raiva junto à população soteropolitana.

 
A vereadora Ana Rita Tavares (PMB), eleita com a bandeira dos animais e que integra a base do prefeito ACM Neto (DEM), enviou um ofício à Prefeitura solicitando a revogação da medida imposta pela Vigilância Sanitária. De acordo com a parlamentar, a suspensão das guias foram feitas de forma arbitrária pela coordenadora do órgão. "Tenho certeza que essa medida não reflete a vontade do nosso prefeito, que vem implantando políticas públicas para os animais por indicação do nosso mandato", defende.
 


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