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Abate de Jumentos: CPI dos Animais repudiou caso semelhante no Rio Grande do Norte Bahia    Imprimir

14/07/2016 20:30
Abate de Jumentos: CPI dos Animais repudiou caso semelhante no Rio Grande do Norte
Deputados convocaram promotor que autorizou a matança para depor

Wagner Ferreira 1 comentrio          

Durante uma das sessões da CPI que investiga casos de maus tratos a animais na Câmara dos Deputados, em setembro do ano passado, o promotor Silvio Brito, que havia sido convocado a prestar depoimento por mandar matar jegues no Rio Grande do Norte, não compareceu naquela ocasião.

Brito integra a 2ª Promotoria da cidade de Apodi e justificou a matança dos animais como medida de controle populacional e prevenção de acidentes de trânsito nas vias,
a mesma justificada pelo Governo da Bahia. É comum encontrar à beira das estradas do nordeste do País jegues abandonados, causando acidentes e sendo vítimas de maus tratos. Isto acontece devido ao acesso mais fácil às motocicletas no interior do Brasil e, consequentemente, à substituição desses animais pelos veículos motorizados. Segundo o promotor, diferentemente do alegado pela Seagri/Adab, a carne dos jegues seria servida como alimento em presídios e até em escolas da rede pública.

O presidente da CPI, o deputado Ricardo Izar (PSD-SP), condenou a medida: “É sabido que matar os animais não é medida de controle populacional, mas sim a castração e manejo destes”, explicou.

O relator, Ricardo Tripoli (PSDB-SP), disse que outra convocação será feita. “Caso ele não compareça novamente iremos ao seu encontro, pois seu depoimento é muito importante para esta comissão”.

Já o deputado federal pelo PC do B do Ceará, Chico Lopes, trouxe um problema social que afeta o Norte e Nordeste brasileiro, o abandono de animais de grande porte em substituição a veículos motorizados, como as motos. Ele condenou também a exportação de jegues para a China com fins alimentícios. "Conseguimos conscientizar o nosso governo e hoje não há mais essa prática, mas sabemos que ainda há muito a se fazer, a exemplo de intensificarmos a fiscalização nos pets shops, um segmento que cresceu bastante e carece de uma maior atenção", alerta. 



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    Migo8RPviL
    01/03/2017 01:35
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