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Professores das quatro universidades estaduais paralisam atividades nesta quarta-feira (20)Bahia    Imprimir

19/07/2016 11:00
Professores das quatro universidades estaduais paralisam atividades nesta quarta-feira (20)
Movimento grevista prevê passeata em Salvador onde irão questionar a precarização das condições de trabalho entre outras demandas

Redação CM 1 comentrio          

Professores das quatro universidades estaduais da Bahia, as universidades: Estadual da Bahia (Uneb), de Feira de Santana (Uefs), de Santa Cruz (Uesc), e do Sudoeste da Bahia (Uesb), irão paralisar suas atividades nesta quarta-feira (20). Eles reivindicam o pagamento integral do reajuste linear e são contra o Projeto de Lei Complementar 257/2016, a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 241/2016 e a contrarreforma da Previdência Social, além de a destinação de 7% da receita líquida dos impostos (RLI) arrecadados pelo estado para as instituições.

Na pauta de ações do dia 20, está prevista passeata em Salvador, quando também irão questionar a precarização das condições de trabalho e em defesa dos direitos trabalhistas, o cumprimento das progressões e promoções conforme previsto em lei no plano de carreira dos docentes, e a desvinculação das vagas por classe.

Segundo Caroline de Araújo Lima, vice-presidente da Regional Nordeste 3 do Andes-SN, o Fórum das ADs – que reúne representação das seções sindicais das quatro universidades estaduais da Bahia – está construindo junto à demais entidades dentro da Federação dos Trabalhadores Públicos do Estado da Bahia (Fetrab), a realização de uma greve geral no estado, uma vez que o governo da Bahia já anunciou que este ano não haverá reajuste no salário do funcionalismo estadual. “A luta pelo reajuste unifica os servidores. Nós não vamos aceitar o zero por cento de reajuste. Outro elemento que está colocado na pauta do ato é a luta contra o PLP 257/2016, pois entendemos que apesar do PLP não ter sido aprovado ainda no Congresso Nacional, o governo da Bahia já vem aplicando as medidas previstas na proposta, não garantindo as promoções, progressões, reduzindo o orçamento da saúde, educação e segurança pública”, comenta Caroline. Ela exemplifica falando da demissão de 6 mil trabalhadores terceirizados da educação básica – seguranças, limpeza, serviço geral. “Iremos às ruas para pressionar o governo a negociar efetivamente”, ressalta.



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