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Brinquedos com risco à saúde são vendidos com selo do Inmetro em loja de SalvadorGrande Salvador    Imprimir

21/01/2018 23:45
Brinquedos com risco à saúde são vendidos com selo do Inmetro em loja de Salvador
Produtos fabricados em madeira para crianças até 3 anos estão à venda na loja Tok & Stok do Shopping Barra

Wagner Ferreira 0 comentrio          

Ao comprar um brinquedo para os filhos, uma das primeiras coisas que os pais devem observar é a compatibilidade deste com a idade da criança. A classificação etária é informada na embalagem e geralmente vem acompanhada pelo selo do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).

A chancela do Inmetro deveria ser a comprovação que determinado produto passou por um rigoroso teste para identificar possíveis falhas, que possam comprometer a segurança do usuário. Deveria.

Na loja Tok & Stok, situada no Shopping Barra, em Salvador, identificamos dois brinquedos da marca Gira Gira com claro risco à integridade física dos seus usuários: crianças a partir de 4 anos de idade. 

A marca produz brinquedos artesanais, que seguem um estilo retrô, como carrinhos e cavalinhos em madeira, entre outros que relembrem uma época quando não existiam jogos eletrônicos e internet.

Em um deles, um helicóptero que emite um som quando empurrado por meio de um cabo, o realiza por meio de um pedaço de garrafa pet, que, ao entrar em contato com a roda, faz o barulho. O risco está no corte que pode ser causado pelo pedaço de garrafa pet, afiado, podendo machucar a criança mais curiosa.

O outro brinquedo, um cavalinho de madeira, tem uma fenda feita abaixo da cabeça, que pode prender o dedo de uma criança pequena, mesmo ela tendo mais de 4 anos de idade, faixa etária recomendada pelo Inmetro na etiqueta do prduto.

Em contato com o Ibametro - órgão estadual que representa o Inmetro na Bahia - o coordenador de fiscalização de produtos, Edson Sales, informou, na sexta-feira (19) que fiscais iriam até a loja verificar as falhas, mas até este domingo (21) os produtos continuavam à venda. 

A reportagem tentou contato com a Tok Stok via sua Central de Atendimento ao Cliente, mas somente uma confirmação de recebimento da denúncia foi respondida via email a esta Redação.  




 



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