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Vereadora de Salvador protocola na PF pedido de investigação de colombiano que obrigou cão a comer fezesSegurança    Imprimir

04/12/2018 11:00
Vereadora de Salvador protocola na PF pedido de investigação de colombiano que obrigou cão a comer fezes
Ana Rita Tavares pretende evidenciar possíveis outras condutas criminosas do agressor do animal

Redação CM 0 comentrio          

A advogada e vereadora de Salvador Ana Rita Tavares (PMB) protocou, nesta segunda-feira (03) na Polícia Federal, um pedido de investigação da vida do colombiano John Luna, filmado por vizinhos obrigando seu cão comer as próprias fezes. Luna, que mora há cinco anos em Salvador, ainda é flagrado agredindo o animal. 

De acordo com Ana Rita, pelo fato de o agressor ter cometido o crime de maus tratos aos animais, é possível que haja outras irregularidades quanto à sua permanência no Brasil. “O que pedimos à PF é um raio-X da vida dele. Não vamos deixar esse caso cair no esquecimento. Sou advogada dos animais e vou continuar buscando fazer justiça”, justifica.   

Os
vídeos da agressão do cão da raça pitbull, de aproximadamente 1 ano de idade, foram registrados por vizinhos de John Luna, moradores da Rua Ipirá, no bairro do Rio Vermelho, em Salvador. As imagens tiveram grande repercussão esta semana nas redes sociais. Além de as cenas mostrarem o colombiano obrigando seu cão a comer as próprias fezes, o animal ainda é mostrado sendo agredido violentamente. 



Em outro vídeo, Luna, que vive há cinco anos em Salvador, é flagrado dando socos, chutes e usando um cano de PVC para agredir o cachorro. A arma do crime foi identificada por Ana Rita Tavares quando esteve no local com o intuito de que o animal fosse entregue à ONG Terra Verde Viva para, posteriormente, ser dado em adoção, mas o agressor não estava em casa. “Estamos mobilizados para encontrar esse animal e mantê-lo em segurança. Peço a todos que, quem souber sobre o paradeiro do agressor, nos informe para punirmos esse criminoso”, clamou.

John Luna será enquadrado na Lei 9605/98 de crimes ambientais. A pena é de três meses a um ano de detenção e multa. A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorrer a morte do animal. Mas para quem não tem antecedentes criminais, a substituição da pena para prestação de serviços à comunidade, como pagamento de cestas básicas, por exemplo. 


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