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Mulheres indígenas expulsam feministas a chicotadas após vandalizarem catedral na BolíviaMundo    Imprimir

16/11/2021 23:23
Mulheres indígenas expulsam feministas a chicotadas após vandalizarem catedral na Bolívia
Ativistas pró-aborto interromperam culto e picharam igreja de 106 anos depois que arquidiocese acolheu criança estuprada de 11 anos

Redação CM 0 comentário          

Um grupo de mulheres indígenas católicas expulsou, a chicotadas, feministas que haviam vandalizado a Catedral de Santa Cruz de la Sierra, na Bolivia, dia 31 de outubro. “Elas vieram com tintas e faixas para protestar na porta da Igreja, e com tinta spray picharam a Igreja”, informou uma das indígenas.

Com a chegada das manifestantes, religiosos interromperam o culto. Com latas de tintas spray em punho, as feministas tinham a intenção de pichar o interior da igreja. Ao ver a cena, as indígenas católicas resolveram enfrentá-las. “Estávamos na primeira missa e como ninguém reagiu nós corremos e buscamos nossos chicotes para defender a igreja das coisas ruins que estavam acontecendo”, declarou a mulher à mídia local.

Quando questionada sobre como expulsaram as feministas, a mulher mostrou seu chicote e disse: “Com isso e assim vamos fazer com todas as pessoas que vierem desrespeitar este local, fazer coisas ruins, porque esse é o costume”.

Outra indígena, que ajudou a expulsar as feministas enfatizou: "os chicotes vão fazer respeitar a nossa Igreja. Com isso nossos pais nos ensinaram quando éramos pequenas. E assim vamos nos fazer respeitar, para que aprendam como é aqui em Santa Cruz e em toda a Bolívia”, concluiu.

A manifestação feminista se deu após a Igreja Católica na Bolívia ter sido acusada, por algumas instituições do governo e da imprensa, de obrigar ou intervir na decisão de uma menina de 11 anos para não abortar, depois de ter sido estuprada. Dessa forma, a menor continuaria com a gestação e seria transferida para um centro de acolhimento.

Mas segundo o delegado episcopal para a saúde da Arquidiocese de Santa Cruz de la Sierra,
Víctor Hugo Valda, a Igreja Católica não interveio na decisão da menor, mas apenas demonstrou proximidade, oferecendo-se para ajudar a menina materialmente com o centro de acolhimento, educação, remédio e tratamento psicológico.

Com informações do site Gaudiumpress


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