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24/08/2021 20:59
Novo mandato de Augusto Aras na PGR é aprovado no Senado
Durante sabatina, senadores demonstraram interesse em temas como a postura do MP em relação ao governo Bolsonaro, estabilidade política e a proteção à democracia

Redação CM 0 comentário          

O Senado Federal aprovou, na noite desta terça-feira (24), a recondução de Augusto Aras à frente da Procuradoria-Geral da Respública por mais dois anos. Depois de ser sabatinado na Comissão de Constituição e Justiça e ter obtido 21 votos favoráveis e 6 contra, a votação definitiva aconteceu no plenário da Casa onde 55 senadores votaram favoráveis e 10 contrários à manutenção do PGR.   
 
Durante a reunião, os senadores demonstraram especial interesse em temas como a postura do Ministério Público em relação ao governo Bolsonaro, a estabilidade política e a proteção à democracia, os desdobramentos da CPI da Pandemia e o inquérito sobre as fake news em andamento no Supremo Tribunal Federal (STF). A sabatina, conduzida pelo presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), se estendeu por seis horas. 

Augusto Aras negou ter se alinhado a Jair Bolsonaro e procurou responder às acusações de quem tem sido omisso ao não adotar providências contra o presidente. Logo no início da reunião, ao responder as primeiras perguntas do relator, senador Eduardo Braga (MD-AM), Aras alegou que tomou uma série de decisões que não foram necessariamente conforme a vontade do governo, mas de acordo com a Constituição. 

O procurador-geral disse que se manifestou a favor da obrigatoriedade das vacinas, pela constitucionalidade do inquérito das fake news, pela instauração de investigação dos atos antidemocráticos e pela permanência de diplomatas venezuelanos no Brasil. "Fui contra a privatização total dos serviços postais e a favor da inconstitucionalidade da jornada de 12 horas por 36 mediante acordo. Este PGR discordou em 30% dos pedidos de liminares oriundos do governo federal e em 80% das suas manifestações em matéria de covid e teve 80% de suas manifestações acolhidas pelo Supremo Tribunal Federal", acrescentou.

Com informações da Agência Senado


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